O Bahia rompe com Viva Sorte Bet, decisão anunciada no sábado, 17 de janeiro, encerrando um ciclo de patrocínio master iniciado no começo de 2025 e com validade prevista até dezembro de 2026. A parceria elevou a visibilidade do clube e trouxe aportes financeiros relevantes ao longo de pouco mais de um ano de duração.
Para compreender esse histórico de patrocínios, leia Bahia celebra parcerias históricas com Viva Sorte Bet e Viva Sorte.
Ao longo desse período, o Bahia integrou um grupo cada vez menor de clubes da Série A a manter contratos com casas de apostas como patrocinadores master. Antes dele, Santos, Vasco da Gama, Internacional, Grêmio e Coritiba já haviam rompido acordos semelhantes. A retirada do Bahia reforça uma tendência recente no futebol brasileiro de reduzir a presença de marcas de apostas em patrocínios de clubes da elite.
Notas oficiais e readequação de patrocínio
Em comunicado divulgado pelo Esporte Clube Bahia SAF, foi confirmada a rescisão amigável do contrato de patrocínio master com a Viva Sorte Bet. A Viva Sorte Capitalização assume o espaço na barra traseira da camisa, substituindo a posição antes ocupada pela empresa de apostas.
Conforme apurado por veículos especializados, a Viva Sorte Bet ficou insatisita com o retorno financeiro proporcionado por esses patrocínios esportivos, o que motivou a mudança de estratégia para áreas como entretenimento. A decisão envolve ajustes de marca e gestão de patrocínios, mantendo, ainda assim, vínculos comerciais com o clube em outras frentes.
Impactos para o Bahia e próximos passos
Com a rescisão, o Bahia precisa acelerar a busca por um novo patrocínio master para o restante da temporada. O acordo com a Viva Sorte Bet era considerado histórico para o clube, pois chegava a cerca de R$ 40 milhões por ano, valor sem precedentes no patrocínio principal do Bahia e que ajudava a financiar parte das operações da equipe.
Contexto no Brasileirão
Essa notícia coloca o Bahia entre seis clubes da Série A que já romperam contratos com patrocinadores de apostas: Santos, Vasco da Gama, Internacional, Grêmio, Coritiba e o próprio Bahia. O movimento sinaliza uma mudança relevante no panorama de patrocínios esportivos brasileiro, com impactos diretos nas receitas e na governança das equipes.
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