O interesse feminino por esportes no Brasil cresceu 25% entre 2020 e 2025, superando a média nacional de 19% no mesmo período, segundo levantamento do Ibope Repucom. O dado reflete uma mudança estrutural no consumo esportivo do país — e abre uma janela relevante para o mercado de apostas regulado, que ganha uma base de apostadores cada vez mais ampla e diversificada.
Skate, futebol e judô lideram o avanço. A visibilidade de atletas como Rayssa Leal, Rafaela Silva e Beatriz Souza tem papel central nesse processo, criando referências que aproximam novas gerações das modalidades — e, por consequência, das plataformas de entretenimento esportivo.
Skate lidera o crescimento e conquista o público jovem
Nenhuma modalidade avançou tanto no interesse feminino quanto o skate. A alta foi de 49% no período analisado, o maior crescimento entre todos os esportes monitorados. A inclusão do skate nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2021, foi um divisor de águas — e o Brasil soube aproveitar a virada.
Rayssa Leal foi a face mais visível dessa transformação. Com medalhas em Tóquio (2021) e Paris (2024), além de títulos no circuito mundial, a skatista maranhense se tornou uma das atletas mais populares do país. O esporte também se beneficia de uma conexão natural com o universo jovem, integrando estilo de vida, cultura urbana e competição de alto nível.
Para o mercado de apostas, o skate ainda representa um segmento em formação — mas com potencial claro de expansão. Plataformas reguladas que já utilizam inteligência artificial no iGaming têm capacidade de identificar e atender esse perfil emergente com ofertas personalizadas e mercados específicos.
Judô feminino: o esporte que o Brasil domina nos pódios olímpicos
O judô feminino brasileiro tem uma das histórias mais consistentes no esporte olímpico nacional. A trajetória começa com Ketleyn Quadros, primeira medalhista olímpica do país na modalidade, nos Jogos de Pequim, em 2008. Desde então, o ciclo não parou.
Sarah Menezes conquistou o ouro em Londres (2012). Rafaela Silva repetiu o feito no Rio (2016), em uma das cenas mais emocionantes da história esportiva brasileira. Beatriz Souza subiu ao topo em Paris (2024). E Larissa Pimenta acumulou medalhas em Tóquio e Paris, reforçando a profundidade da geração atual.
Esse ciclo contínuo de conquistas cria o que especialistas chamam de “efeito de referência” — cada medalha inspira novas atletas e amplia o engajamento do público. Para apostadores, o judô olímpico representa um mercado com histórico sólido de desempenho brasileiro, o que facilita a análise e aumenta o interesse nas competições.
Futebol feminino e Copa do Mundo 2027 aquecem o mercado
O futebol segue sendo o esporte mais acompanhado pelas mulheres brasileiras. Segundo o levantamento do Ibope Repucom, cerca de 64% das mulheres se declaram fãs da modalidade. A penetração é expressiva e continua crescendo, impulsionada pela maior presença do futebol feminino nas transmissões e nas plataformas digitais.
Nomes como Marta, Formiga e Cristiane abriram caminho para uma nova geração — representada hoje por jogadoras como Angelina e Lorena, que ampliam o repertório de referências para o público mais jovem. O efeito é direto: mais fãs significam mais pessoas interessadas em acompanhar partidas, o que alimenta naturalmente o interesse em apostas esportivas.
O dado mais expressivo para o futuro próximo vem da Copa do Mundo. O torneio masculino de 2026 já registra 71% de interesse entre mulheres — um salto em relação aos 59% de 2014. E o Brasil será sede da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027, com 65% da população já demonstrando interesse no evento. O potencial de crescimento para o mercado de apostas nesse período é significativo. Quem quiser se aprofundar nas odds e estratégias para a Copa, pode começar pelos guias de apostas para a Copa do Mundo 2026 já disponíveis.
O que esse crescimento significa para o mercado regulado
O avanço do interesse feminino por esportes não é apenas uma tendência cultural — é um dado com implicações diretas para o setor de apostas regulado no Brasil. Um público mais diversificado amplia a base de usuários potenciais, distribui o risco do mercado e estimula plataformas a desenvolverem produtos mais inclusivos.
O ambiente regulatório atual, que avança na direção de maior transparência e proteção ao consumidor, é justamente o que viabiliza essa expansão com segurança. Operadoras licenciadas têm as ferramentas para atender esse novo perfil de apostador — e o crescimento feminino é um dos motores desse processo.
Para o apostador brasileiro, seja homem ou mulher, o cenário é positivo: mais competições sendo acompanhadas, mais atletas se tornando referência e mais mercados disponíveis nas plataformas reguladas. O esporte brasileiro nunca teve tantos rostos — e o mercado de apostas está acompanhando esse movimento de perto.
Dados do levantamento citados neste artigo são provenientes do Ibope Repucom, conforme reportagem do Jornal Grande Bahia.
Perguntas Frequentes
O crescimento do publico feminino impacta o mercado de apostas esportivas?
Sim. A ampliacao do interesse feminino por esportes cria uma nova base de apostadores em potencial, diversificando o perfil do mercado regulado brasileiro e abrindo espaco para produtos e mercados especificos voltados a esse publico.
Quais esportes mais cresceram em interesse feminino no Brasil?
O skate liderou com alta de 49%, seguido do futebol, que ja reune 64% de mulheres que se declaram fas da modalidade. O judo feminino tambem se destacou pelo protagonismo olimpico de atletas como Rafaela Silva e Beatriz Souza.
A Copa do Mundo Feminina de 2027 pode ampliar o mercado de apostas?
Tudo indica que sim. Com 65% da populacao ja demonstrando interesse no evento, a realizacao da competicao no Brasil deve impulsionar o engajamento esportivo e, consequentemente, o volume de apostas no periodo.




